Recesso das creches em Arujá e Mogi das Cruzes prejudica mães

No mês de janeiro, as 19 creches municipais e 80 subvencionadas de Mogi das Cruzes, na região Metropolitana de São Paulo, entram em recesso por conta das férias. As aulas das cerca de 10 mil crianças entre 4 meses e 5 anos atendidas pelo serviço terminam no mês de dezembro e só voltam no começo de fevereiro. Quem sofre com a suspensão do serviço são as mães dos alunos que continuam trabalhando nesse período.

Nathália Ribeiro Cubas do Santos mora no distrito de Brás Cubas, em Mogi das Cruzes, e trabalha no horário comercial, das 8h às 18h. Quando chega nessa época de férias é sempre complicado para a consultora financeira ir trabalhar. Ela precisa quebrar a cabeça para arrumar alguém de confiança que fique com a filha de 3 anos. “Tenho que pedir para uma tia ficar com minha filha. Chego a gastar R$ 250 a mais nesses quase dois meses de recesso. Um gasto que pesa no meu orçamento.”





Em relação à suspensão das aulas nas creches, a Secretaria de Educação de Mogi das Cruzes orienta que as mães se programem para sair de férias junto, no mesmo período das férias escolares de seus filhos. A secretaria ainda informa que esse recesso é importante para as crianças se desenvolverem emocionalmente a partir do convívio familiar, e também para saírem da rotina escolar.

Das dez cidades do Alto Tietê, apenas as creches de Mogi das Cruzes, Arujá e Salesópolis não fazem esquema especial nas férias. Os demais municípios: Poá, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Biritiba Mirim, Santa Isabel, cidade Itaquaquecetuba e Guararema , não paralisam totalmente as aulas nessa época.

Fonte: G1





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